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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Tragam este indivíduo para Portugal!!!

TRAGAM ESTE INDIVÍDUO P/ PORTUGAL URGENTEMENTE!!!

É este aqui:

Joe Arpaio é o xerife do Condado de Maricopa no Arizona há já bastante tempo e continua sendo reeleito a cada nova eleição.

Ele criou a 'cadeia-acampamento', que são várias tendas de lona, cercadas por arame farpado e vigiado por guardas como numa prisão normal.

Baixou os custos da refeição para 40 centavos de dólar que os detidos, inclusivé, têm de pagar.

Proibiu fumar, não permite a circulação de revistas pornográficas dentro da prisão e nem permite que os detidos pratiquem halterofilismo.

Começou a montar equipas de detidos que, acorrentados uns aos outros, (chain gangs), são levados à cidade para prestarem serviços para a comunidade e trabalhar nos projetos do condado.

Para não ser processado por discriminação racial, começou a montar equipas de detidas também, nos mesmos moldes das equipas de detidos .

Cortou a TV por cabo aos detidos, mas quando soube que TV por cabo nas prisões era uma determinação judicial, voltou a permitir, mas só entra o canal do Tempo e da Disney.

Quando lhe perguntaram por que o canal do tempo, respondeu que era para os detidos saberem que temperatura iriam enfrentar durante o dia quando estivessem a prestar serviço na comunitário, trabalhando nas estradas, construções, etc.

Em 1994, cortou o café, alegando que além do baixo valor nutritivo, estava a proteger os próprios detidos e os guardas que já haviam sido atacados com café quente por outros detidos, sem falar na economia dos cofres públicos de quase US$ 100, 000.00/ano.

Quando os detidos reclamaram, ele respondeu:

- Isto aqui não é um hotel 5 estrelas e se vocês não gostam, comportem-se como homens e não voltem mais.

Distribuiu uma série de vídeos religiosos aos prisioneiros e não permite quaisquer outro tipo de vídeos na prisão.

Perguntado se não teria alguns vídeos com o programa do partido democrata para distribuir aos detidos, respondeu que nem que tivesse, pois provavelmente essa era a causa da maioria dos presos ali estarem.

Com a temperatura batendo recordes a cada semana, uma agência de notícias publicou:

Com a temperatura atingindo 116 F , ( 47 C ), em Phoenix no Arizona, mais de 2000 detidos na prisão acampamento de Maricopa tiveram permissão de tirar o uniforme da prisão e ficar só de shorts, (cor de rosa), que os detidos recebem do governo.

Na última quarta-feira, centenas de detidos estavam recolhidos nas barracas, onde a temperatura chegou a atingir os 138°F , ( 60°C ).

Muitos com toalhas cor de rosa enroladas no pescoço estavam completamente encharcados de suor.

Parece que estávamos dentro de um forno, disse James Zanzot que cumpriu pena nessas tendas por um ano.

Joe Arpaio, o xerife durão que inventou a prisão-acampamento, faz com que os detidos usem uniformes cor-de-rosa e não faz questão alguma de parecer simpático.

Diz ele aos detidos:

- Nossos soldados estão no Iraque onde a temperatura atinge 120°F ( 50°C ), vivem em tendas como vocês, e ainda tem de usar fardamento, botinas, carregar todo o equipamento de soldado e, além de tudo, não cometeram crime algum como vocês, portanto calem a boca e parem de reclamar '.

Se houvessem mais prisões como esta, talvez o número de criminosos e reincidentes diminuísse consideravelmente.

Criminosos têm de ser punidos pelos crimes que cometeram e não serem tratados a 'pão-de-ló', tendo do bom e do melhor, até serem soltos pra voltar a cometer os mesmos crimes e voltar para a vida na prisão, cheia de regalias e reivindicações.

Muitos cidadãos honestos, cumpridores da lei, e pagadores de impostos não tem, por vezes, as mesmas regalias que esses bandidos tem na prisão.

(*) Artigo extraído e traduzido de um documentário da televisão Americana...
Os fatos acima são verídicos e a prisão-acampamento está lá em Maricopa - Arizona.

Um gajo destes é que fazia falta aqui em Portugal, até os criminosos piavam fininho...

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Operacionais terroristas usam Portugal como plataforma


BURACO LEGISLATIVO É CONVITE A ILEGAIS
Basta um número de telefone português e um passaporte comprado no mercado negro, por mil euros, para que qualquer terrorista passe 30 dias no País, ao abrigo da lei. A Polícia diz que Portugal é “um paraíso para criminosos” e confessa-se de mãos atadas.
As redes de crime organizado estão a usar um buraco na lei 23/2007 para fazerem girar em Portugal os seus operacionais. A legislação permite a qualquer imigrante ilegal passar 30 dias em Portugal sem qualquer papel mas, ao abrigo do período de regularização, nem as polícias nem o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras podem deter estes homens e mulheres, que abusam da boa vontade do legislador.
José Manuel Anes, director do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo, alerta: “A lei é feita para pessoas bem intencionadas, mas existe, neste momento, um problema grave. A simplificação do processo foi aproveitada por pessoas ligadas ao crime organizado, ao tráfico de pessoas e de bens”. Estão à solta em Portugal, sem que a polícia lhes deite a mão. “Há em portugal, neste momento, redes de todo o tipo. Entre elas, pessoas que vêm do Paquistão ou do Bangladesh e estão ligados a redes terroristas. Nem todos os paquistaneses ou cidadãos do Bangladesh são terroristas, alerto para isto. Mas alguns que passam por aqui, estão ligados a organizações muito sensíveis”, denúncia o especialista.
Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sócio-profissional da Polícia de Segurança Pública, vai mais longe: “A PSP, por vezes, nem sabe o que há-de fazer com estas pessoas que estão no limbo. Ás vezes sabemos que está ali um criminoso e, se à partida temos essa ideia, a lei trava-nos e os prevaricadores sabem bem que estão a coberto dessas disposições”, diz o líder associativo dos polícias.
O drama agravou-se nos últimos meses, segundo alerta uma fonte do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). Tudo começa numa página da Internet, patrocinada pelo SEF, e que permite a qualquer cidadão de um país estrangeiro pedir para regularizar a sua situação perante o Estado Português. A inscrição no site, que é considerada oficial e legal, é feita ao abrigo da nova lei de Imigração e facilita a relação do Estado Português com os estrangeiros que decidam viver em Portugal. Acontece que, ao abrigo dessa lei - e da forma simplificada com que o processo é tratado pela via digital -, têm invadido as fronteiras portuguesas algumas pessoas cujo principal interesse não é serem acolhidas legalmente, mas apenas conseguirem a entrada no País e fazerem dele plataforma de actividade criminais.
O processo de legalização online tem três passos fundamentais e várias redes especializadas em imigração ilegal perceberam rapidamente os buracos da lei. A maior dor de cabeça, agora que o novo sistema está em vigor, tem recaído exactamente nos Serviços de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), a braços com uma malha enorme nos procedimentos, aberta pela urgência de colocar na Internet todos os processos burocráticos que antes eram tratados em embaixadas ou consulados.
O primeiro passo é aceder à página de Internet do SEF e escolher os menus que permitem pedir a regularização de estada de um qualquer cidadão no espaço nacional. Ali, há que colocar a chamada “manifestação de interesse”, um pequeno texto onde o estrangeiro deve justificar o seu interesse em vir para Portugal e apresentar também quem o quer contratar para trabalhar em Portugal. Depois, terá que fornecer um telefone português. Aqui entram em acção as redes de imigração ilegal, prontas para dar uma ajudinha a quem queira entrar nas nossas fronteiras. Um operacional dos serviços secretos nacionais conta como se procede a seguir: “Os telefones que essas pessoas dão são, normalmente, contactos fixos que nos levam sempre à zona do Martim Moniz, em Lisboa. É aí, e à volta, que estão localizados os grupos facilitadores”.
Nuno Magalhães, antigo secretário de Estado do XV Governo, que votou contra esta lei já na actual legislatura, esclarece: “Portugal arranjou uma maneira de legalizar pessoas que vai contra tudo o que se faz na Europa. Aqui, basta que alguém escreva numa folha A4 que tem intenção de contratar uma pessoa para que o SEF tome essa declaração como boa para passar um visto de trabalho. Nós, CDS, avisámos para que as consequências iam ser terríveis e está à vista o resultado”.
A zona do Martim Moniz, entre a Praça da Figueira e a Rua da Palma, e ainda encostada ao bairro histórico da Mouraria, em plena Baixa de Lisboa, é paragem habitual de cidadãos africanos, do médio oriente ou asiáticos. Ali têm as suas lojas, as pequenas empresas, armazenistas de comida oriental, clínicas de medicina alternativa. Ali, também, se escondem algumas casas de facilitação de imigração ilegal, bem identificadas quer pelos serviços de informação, quer pelas polícias.
Quando o estrangeiro dá um número de telefone, do lado de cá estará alguém pronto a responder como amigo ou familiar do interessado. É também ali que estão as empresas, na maior parte fictícias, que ajudam os imigrantes a obter cartas de “manifestação de interesse”. A partir do momento em que o candidato é contactado, é estabelecido um prazo para que se apresente às autoridades portuguesas, já em território nacional.
Aqui, o imigrante, ainda ilegal, tem duas possibilidades. Ou está no Espaço Schengen, e pode viajar livremente para o nosso País; ou terá que recorrer a um passaporte e vinhetas de visto, ambos falsos ou adulterados. Mas nem isto é difícil de obter. “A maior parte dos passaportes falsificados, ou adulterados, provêm do Brasil e do Senegal”, conta outro operacional dos serviços de informação. “Um passaporte dos novos é muito difícil de falsificar, por isso as pessoas que chegam, trazem um adulterado. Cada um pode custar mil euros, no mercado negro africano ou sul-americano”. Mil euros, para estes mercados, é uma pequena fortuna.
Outro dos trâmites que é necessário cumprir, caso não tenha passaporte, é a colocação de vinhetas de visto. Aqui, outra vez os mercados brasileiro e senegalês funcionam bem, uma vez que a falsificação das vinhetas não é tão complexa como a de um passaporte.
Chegado à fronteira, o ilegal tem agora de conseguir fugir às autoridades mais especializadas. Uma simples barreira policial de trânsito não detectará, em princípio, os documentos adulterados, o que já não acontece se o indivíduo se deparar com uma brigada do SEF. Por isso, a via terrestre é a preferida pela maioria dos que tentam entrar em Portugal.
Já cá dentro, basta agora cumprir a apresentação no local marcado pelo SEF, no dia e hora combinados. E aqui, a lei é benevolente com o ilegal. A lei, aliás, parte do bom princípio de que quem se apresenta está de boa fé. Só que é essa boa fé que qualquer meliante toma para contornar dificuldades.
A entrevista, em que os documentos são revistos, levantará sempre problemas. Mas, segundo a legislação, qualquer candidato tem 30 dias para voltar aos serviços e re-apresentar toda a papelada. O papel que mais falta, e que é pedido por lei, é a inscrição na Segurança Social.
Prossegue Nuno Magalhães, antigo titular da pasta da emigração: “Quando o Governo do PS negou a hipótese de fazer um processo extraordinário de legalização e inventou esta lei, abriu-se uma espécie de território de ninguém, que é bem recebido pelo crime organizado. O pior é que alguns dos ilegais que procuram regularizar-se estão a fazê-lo a mando de bandos profissionalizados, vítimas de exploração. Esta lei é absurda, mas compreende-se que o processo extraordinário para legalizar imigrantes tenha sido deixado na gaveta. Sabe-se hoje que, por cada 10 mil legalizados, há 30 mil que esperam em bolsas rotativas, espalhados pela Europa, que aproveitam logo a oportunidade para pedir papéis”.
O agora deputado alerta: “Falamos de organizações muito informadas e estruturadas que se aperceberam de que a lei portuguesa é peculiar e têm aproveitado bem a situação. Para mais, a situação geográfica portuguesa permite que o País se transforme em porta de entrada e placa giratória para criminosos. O que se provocou foi um país com normas dúbias e laxista no controlo de entradas. O efeito é este: estabelecimento de grupos organizados”.
Para Paulo Rodrigues, dirigente da ASPP, “o limbo legislativo, aqueles 30 dias em que os imigrantes nem são legais nem ilegais, dificulta o trabalho a todos os níveis: aqueles que estão por mal utilizam esse período para o que quiserem. É um paraíso para os criminosos”, protesta. Rodrigues relata ainda a dificuldade em lidar com situações surgidas nestes períodos: “As polícias têm sido confrontadas com problemas muito difíceis, porque alguns imigrantes conseguem entrar em Portugal e depois sair daqui para outros países da Europa. Colegas franceses diziam-me há dias que os brasileiros que estão em França, na sua maioria, conseguiram entrar na Europa via Portugal, e já têm todos papéis legais, apesar de não terem trabalho ou morada certa”.
A PSP já fez dezenas de rusgas a zonas identificadas como cerne da imigração ilegal, como a Baixa lisboeta, a Charneca de Caparica e Setúbal. Em todas as operações, cerca de 90 por cento das pessoas identificadas estão em situação ilegal. Mas aqueles que estão no “limbo” passam pelas largas malhas da Justiça. Conclui Paulo Rodrigues: “A PSP, nessas operações, alerta o SEF. O SEF, depois, não sabe o que fazer, porque a lei permite a estada dessas pessoas sem papéis... Há ainda muitos advogados que defendem os seus clientes, fazem o seu papel, mas às vezes complicam os procedimentos. Esta legislação dá, claramente, para ser torneada de maneira fácil”.
José Manuel Anes, do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo, sintentiza o que é necessário fazer: “Tem de haver uma excelente colaboração entre todas as polícias, nacionais e estrangeiras, e a informação deve circular com rapidez”. Internamente, o especialista em terrorismo e criminalidade alerta para que todos os serviços, do SIS ao SIED, passando pelo SEF e pelas polícias, devem ter “uma excelente ligação”, sob pena de as redes criminosas continuarem a passear pelo território nacional.
Allah Akbar