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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Começa a haver sucesso no combate à pirataria somali


A esquadra multinacional, que tem regularmente incorporado fragatas portuguesas da classe Meko está finalmente a exibir sucessos regulares no seu combate à pirataria somali que assola essa região.

Depois de meses de hesitação e tibieza, a estratégia europeia no combate à pirataria mudou e agora, já não se cumprem apenas missões de ineficaz “prevenção”, mas procuram-se e destroem-se as embarcações usadas pelos piratas.

Os navios europeus aproximam-se agora muito mais da costa da Somália e atacam os navios piratas apenas algumas horas depois destes terem deixado os seus portos. A mudança de estratégia resulta de pressões por parte do nosso vizinho Espanhol por causa dos seus pesqueiros – que operam muito nessas águas – terem sido alvo de múltiplos ataques. Este sucesso resulta também da disponibilização de novos meios aéreos, como o P-3P Orion português que seguirá brevemente para a região, mantendo assim Portugal uma presença muito significativa na região (além da fragata Meko) e muito superior aquela que outros países (com frotas mercantes e interesses na região) mantêm.

O USS Freedom (LCS 1) foi enviado para sua primeira missão


O primeiro “Littoral Combat Ship”, o USS Freedom (LCS 1), foi enviado para sua primeira missão. A colocação acontece dois anos antes do calendário inicial, o que é muito raro, num meio onde os atrasos e deslizes orçamentais consequentes são comuns.
O primeiro LCS1 foi concebido e construído pela divisão naval da Lockheed Martin, empresa que agora concorre à construção de mais navios da mesma classe, prometendo manter a lógica de baixo custo unitário por navio e rapidez de construção. Em teoria, os EUA, vão construir mais 55 navios deste tipo, especialmente concebidos para operaram em águas costeiras.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Microsoft condenada na China por pirataria


A Justiça chinesa proibiu nesta quarta-feira a multinacional Microsoft de vender no país os sistemas operativos Windows que utilizam caracteres chineses criados pela empresa local Zhongyi Electronic Ltd. Segundo a sentença, a Microsoft não pagou os direitos devidos à empresa chinesa, isto é, fez pirataria. São afectados o Windows 98, 2000, 2003 e XP.
O jornal "China Daily" explica que a Microsoft infringiu os direitos de propriedade da Zhongyi, ao aplicar o seu sistema de ideogramas chineses em sistemas operativos posteriores ao Windows 95.
A Zhongyi afirmou no seu site que a multinacional americana assinou em 1994 contratos para usar os caracteres chineses e o seu método de introdução de dados, um software chamado Zhengma, apenas para o sistema Windows 95.
Mas em 2007, a Zhongyi acusou a Microsoft de estar a utilizando o Zhengma também no Windows 98 e, em seguida, foi aumentando o número até um total de oito sistemas e programas.
O tribunal proibiu que a Microsoft continue a produzir software que use o sistema da Zhongyi sem autorização da empresa chinesa, e que retire das lojas os que já estão à venda.
O processo foi iniciado pela Zhongyi Electronic em 2007, seguindo-se um apelo da Microsoft para que o conselho do Escritório Estadual de Propriedade Intelectual da China examinasse novamente a patente da empresa.
Após ter o seu pedido rejeitado, a Microsoft processou o escritório de propriedade intelectual no mesmo tribunal que agora proíbe a venda do Windows. O tribunal também rejeitou o processo movido pela Microsoft.
Pfff temos pena. É só os outros não...